Pai… deixo aqui um rabisco para a imagem paterna… para aquele personagem que assume o papel de pai, num inquestionável ato de amor… assumindo o compromisso de criar… educar… independente do fator genético.. pois crê que este mero detalhe foi uma correção do cosmo… um presente dos deuses!
Ah é inquestionável este pai, pois é imensurável seu amor e, tenho a plena convicção que se fizer um exame microscópico em seu coração, acharão o DNA que tantos procuram.
Pois a função específica, deste personagem, é ser um dos dois pilares de sustentação na edificação da vida, que depende da doação de seu amor, para aprender a viver… e não apenas sobreviver, com bases num alicerce capenga!
Portanto, espero que no dia em que o calendário homenageia esta figura, os ditos personagens “Pais”: - …ausentes, ditadores, ignorantes, omissos, nervosos, respirem profundamente o ar, que roubam diariamente do universo e quê neste dia estará fluindo a harmonia paterna!
Re…Elizabeth
(Vila Velha/ES, sexta-feira, 11 de agosto de 2006)
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